Mensurar seu bounce rate pode ser o ponto de partida para avaliar a qualidade do seu site. Acompanhe nossas dicas para reduzir a taxa de rejeição!
Sempre que acessa um site ou blog, você precisa de bons motivos para ficar, certo?
Se a página demorou para carregar, se o conteúdo não cumpriu a promessa ou se nem foi possível ler o que estava escrito porque surgiu um monte de links na tela, o usuário não apenas deixa o site como pode nunca mais voltar.
Estar atento ao bounce rate pode trazer as respostas que você está procurando para evitar que o visitante simplesmente dê a volta e vá embora.
Neste post, vamos entender o que é essa métrica, qual a sua relação com o SEO e conhecer 6 dicas para diminuir a rejeição. Confira!
Bounce rate ou taxa de rejeição: o que é
A tradução de bounce rate é taxa de rejeição. Esse índice acompanha o movimento do usuário ao abrir uma página do seu site ou blog e sair logo em seguida, sem que tenha permanecido e, principalmente, acionado outra página.
Apesar de ser uma boa maneira de avaliar o engajamento do conteúdo, um bounce rate alto não é necessariamente ruim. É o caso de landing pages, por exemplo, em que usuário passa menos tempo do que lendo artigos no seu blog.
Principais impactos do bounce rate no SEO
De acordo com a WebPeak, ferramenta de marketing digital, o bounce rate faz parte de um conjunto de erros passíveis de punição pelo Google. Com o Google Panda, o buscador passou a ranquear os sites de acordo com a qualidade do conteúdo.
Criada em 2011, o objetivo dessa atualização era punir os sites que apresentavam conteúdo ruim, incompleto, irrelevante ou copiado de outros locais. Além da taxa de rejeição que isso pode gerar, as demais punições incluem:
- conteúdo em duplicidade;
- backlinks de baixa qualidade;
- baixo índice de visitas recorrentes;
- cópia de conteúdo dentro do próprio site;
- excesso de palavras-chave em landing pages.
6 dicas para diminuir sua taxa de rejeição
Para começar a diminuir seu bounce rate, observe os dados do seu Google Analytics e avalie alguns relatórios sob diferentes panoramas, tais como:
- visão geral do público: mostra a taxa de rejeição geral;
- canais: mostra a taxa de rejeição de cada grupo de canais;
- tráfego: mostra a taxa de rejeição por origem/canal;
- páginas: mostra a taxa de rejeição de páginas individuais.
Essa investigação criteriosa poderá apontar se o bounce rate é uniforme ou se é causado por páginas específicas. Se este for o caso, veja nossas dicas para diminui-lo!
1. Melhore a velocidade de carregamento
Muitas vezes, uma página pode apresentar conteúdo original e entregar valor, mas ainda assim estar sendo rejeitada. A resposta pode estar na velocidade de carregamento — uma realidade especialmente perigosa no caso de plataformas mobile.
De acordo com a Radware, um atraso na velocidade de carregamento de apenas meio segundo gera uma redução de até 8% no engajamento. Ou seja: você tem muito pouco tempo para convencer seu visitante a continuar no site!
2. Elimine pop-ups e formulários diversos
Não há nada mais irritante do que atravessar uma verdadeira corrida de obstáculos para conseguir ler o conteúdo de uma página, não é mesmo? Na tentativa de gerar leads, muitos sites acabam exagerando nos pop-ups e formulários.
Eles são irrelevantes e irritantes para 70% dos usuários. Por isso, procure usá-los com moderação. Se o visitante resolveu acessar seu site, permita que ele aproveite o conteúdo antes de atacá-lo com qualquer outro tipo de oferta.
3. Invista em uma boa experiência do usuário
Agora que você acelerou o carregamento da sua página e recebeu o visitante de braços abertos, faça o possível para garantir uma experiência fluida. Para isso, a navegação deve ser clara, simplificada e imediatamente compreendida pelo usuário.
Os visitantes não têm que adivinhar o que significa cada elemento do seu site. Lembre-se de que são eles que estão no controle. Logo, você deve oferecer uma experiência que priorize a usabilidade como estratégia de marketing.
4. Otimize a escaneabilidade do conteúdo
Evite sobrecarregar a visão do visitante com parágrafos longos que formam blocos de texto cansativos. Aliás, procure variar as linguagens do conteúdo para que ele não fique puramente textual. Olha só como você pode fazer isso no seu blog:
- Mantenha a introdução curta: se o usuário tem um problema, ele não quer esperar até resolvê-lo.
- Divida o texto em subtítulos e listas: além de contribuir para o SEO, eles facilitam a escaneabilidade.
- Ilustre o conteúdo com imagens: use gráficos e vídeos pertinentes ao tema, sempre leves e em formato .jpg.
5. Torne seu site responsivo e funcional
Uma boa marca deve oferecer a mesma experiência seja qual for o dispositivo usado. Mas atenção: a responsividade do seu site deve ir além da adaptação às diversas telas de smartphones, tablets e outros dispositivos.
Assim, desenvolver um design responsivo também significa colaborar com a navegabilidade da plataforma. Esses detalhes também influenciam na indexação do site pelo Google, que passou a priorizar plataformas mobile-friendly.
6. Ofereça uma opção de atendimento digital
Com a fragmentação do funil de marketing, seus leads podem estar em qualquer etapa da jornada. Mesmo um visitante que acabou de conhecer a sua marca já pode considerar sua solução para resolver um problema. Mas e se ele ainda tiver uma dúvida?
No caso de vendas complexas, oferecer opções de atendimento digital pode aumentar a conversão de visitantes em leads e de leads em clientes. A Huggy oferece diversas soluções para melhorar o relacionamento com o público-alvo.
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