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6 práticas para criar um design responsivo no seu site

design responsivo

Criar um site com design responsivo influencia desde a presença no Google até a experiência do usuário. Conheça 6 práticas para otimizar sites para diversos dispositivos!

Junto a outros fatores de indexação, o mobile first se tornou decisivo para o rankeamento de sites no Google. O buscador começou a anunciar as mudanças em 2015, mas a obrigatoriedade passou a vigorar em 2018. Esse movimento tem feito as empresas se preocuparem muito mais com o design responsivo de suas plataformas.

Portanto, ao oferecer conteúdo relevante e uma boa experiência de usuário mesmo em smartphones, por exemplo, o site poderá alcançar excelentes resultados de buscas. Para ajudar você nesta tarefa, este post explica o que é, por que deve ser aplicado e como criar um design responsivo para o seu site. Continue com a gente e boa leitura!

O que é design responsivo

Vamos fazer um teste. Se você está lendo este artigo no desktop, tente acessá-lo pelo seu smartphone — e vice-versa. Perceba que o portal do Clint Hub distribui o layout e o conteúdo de forma diferente de acordo com o dispositivo. Esse é o princípio do design responsivo, processo que se tornou requisito básico para melhorar a experiência do usuário.

Se você prefere uma explicação mais técnica, trata-se de um conceito de otimização estrutural e de design de plataformas digitais — como sites, softwares e aplicativos — para diferentes tipos de tela — como smartphones, tablets e computadores. A premissa é que o usuário não deve sentir diferença ao acessar um mesmo conteúdo em diferentes dispositivos.

Por que aplicar essa técnica

Em primeiro lugar, vamos pensar na questão do branding. É importante que as marcas apresentem uma identidade uniforme em todos os pontos de contato possíveis. A incoerência entre um site projetado nas versões desktop e mobile transmite falta de credibilidade e acaba refletindo um posicionamento inconsistente. A aplicação de um design responsivo também influencia nos seguintes fatores:

  • Redução de custos: tornou-se financeiramente impensável manter um site para cada tipo de dispositivo disponível no mercado atual. Ao projetá-lo em uma única plataforma responsiva, você diminui o investimento e garante a manutenção.
  • Indexação do Google: como mencionamos no início do artigo, o Google já está priorizando sites mobile-friendly. Além do design responsivo, uma série de variáveis o classificam como relevante ou não para estar presente nos resultados orgânicos.
  • Experiência do usuário: o interesse do Google em priorizar a experiência do usuário tem a ver com a otimização dos seus resultados de busca. Por outro lado, ao criar uma boa experiência, você garante que o usuário permaneça no site.

Como criar um site responsivo

Há uma série de práticas que devem ser consideradas na criação do design responsivo. Porém, as que citamos em seguida levam em conta a experiência do usuário. Confira!

1. Comece por uma tela pequena

Essa dica é ótima para quem ainda não tem um site para sua empresa, mas também vale para repensar o projeto que já existe. Ao invés de criar o layout do desktop para, só então, adaptá-lo ao mobile, faça o contrário. Isso porque é importante que o conteúdo seja idêntico em ambas as versões. Logo, pode ser mais difícil ter que suprimi-lo ao fazer o caminho inverso.

2. Aplique elementos flexíveis

Há layouts que não são exatamente perfeitos para o design responsivo. Por isso, tome cuidado ao escolher o mais adequado. Considere também a flexibilidade das imagens do seu site, afinal, fotos pesadas e estáticas — assim como ultrapassadas — podem não ser carregadas em qualquer dispositivo. Procure aplicar imagens leves e evite definir largura e altura fixas. Assim, elas podem se adaptar a todos os tipos de tamanho de tela.

3. Garanta a legibilidade

Lembra do teste que fizemos anteriormente? Imaginamos que você não tenha sentido dificuldade de leitura entre ambas as versões do blog, certo? Justamente porque uma das nossas práticas foi garantir a legibilidade. É por isso que você não sente a necessidade de usar o zoom, por exemplo. Uma dica é usar fontes especiais para leitura no tamanho 16px. Use também o aplicativo FitText para ajustar os textos.

4. Crie botões que convertam

O zoom de que falamos acima vale também para todo e qualquer botão que o usuário desejar usar no seu site. Ainda que o intuito da ferramenta pitch-to-zoom seja facilitar o acesso aos botões, você não vai querer dificultar a compra de um produto, certo? Para facilitar as conversões, crie botões com dimensões de 44x44px, o tamanho mínimo recomendável para otimizar os toques na tela.

5. Favoreça a velocidade do site

Outra característica básica do design responsivo é diminuir ao máximo o tempo de carregamento e resposta a comandos. Além de serem ignorados pelos crawlers do Google, que começam a penalizar o site já a partir de 2 segundos de espera, o próprio usuário tende a abandoná-lo se as páginas não responderem imediatamente. Portanto, procure usar ferramentas para reduzir o carregamento das suas páginas internas.

6. Elimine o que não é essencial

A partir de agora, o seu mantra deve ser limpar, enxugar e eliminar todo e qualquer elemento desnecessário à compreensão das mensagens. É uma maneira de melhorar ainda mais a flexibilidade do site e torná-lo mais amigável a dispositivos móveis. O design responsivo faz o possível para que nada interfira na interação do usuário com a plataforma. Portanto: limpe, enxugue e elimine o que for possível.

7. Faça testes de usabilidade

Para saber se o design responsivo adotado tem sido efetivo, experimente acessar seu site por diversos modelos de smartphone — dos mais velhos aos mais recentes. Peça para seus amigos acessarem de outros dispositivos e pergunte como foi a experiência. Você também pode usar algumas ferramentas de testes eficientes, como o Screenfly, o PageSpeed Insights e o Responsinator. Esta última é gratuita e permite que você simule ações.

Ah, e se estiver precisando de um ponto de partida para projetar o design responsivo do seu site, faça um benchmarking digital e avalie como o mercado tem aplicado essa técnica!

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