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Otimização de conteúdo: 8 hacks para subir de posição no Google

Otimização de conteúdo: 8 hacks para subir de posição no Google

Seus blogposts antigos são uma mina de ouro! Conheça nossas boas práticas de otimização de conteúdo e garanta resultados melhores no ranking do Google.

Trabalhar na otimização de conteúdo antigo é uma excelente estratégia para melhorar o seu ranqueamento no Google. Os algoritmos adoram conteúdo relevante e fresco e costumam ver com bons olhos os blogs e sites que procuram se reciclar.

Porém, não basta apenas revisitar blogposts desatualizados. Antes de qualquer coisa, é fundamental criar alguns relatórios de SEO e fazer uma varredura. A partir disso, você vai entender o que vale a pena ou não ser otimizado.

Neste artigo, trouxemos um passo a passo simples com 8 hacks para você otimizar seus conteúdos antigos e ganhar posições nos resultados de busca. Confira!

1. Analise os dados para selecionar conteúdos

Em primeiro lugar, procure diferenciar os conteúdos evergreen (ou seja, aqueles com informação permanente) dos conteúdos noticiosos (aqueles que apresentam informação factual). Isso é importante para começar a estabelecer as prioridades.

Com isso em mente, há alguns filtros que podem guiar a seleção dos conteúdos. Acesse o seu Google Analytics e o seu Google Search Console para analisar dados de:

  • volume de tráfego dos conteúdos;
  • conteúdos com CTR inferior a 1%;
  • posição no ranking entre 1 a 30;
  • palavras-chave consultadas.

2. Defina critérios de comparação entre as versões

A partir dessa peneira, você já vai identificar os materiais que precisam de otimização de conteúdo. Conteúdos da segunda ou outras páginas de resultado do Google, por exemplo, têm grandes chances de subir de posição. Já os conteúdos que lideram o ranking também podem receber atualizações para manterem-se na liderança.

Para entender e testar o que funciona ou não, o ideal é criar um registro com algumas informações importantes. Preste atenção a:

  • data da otimização: procure fornecer essa informação aos search engines também, atualizando a data de publicação do conteúdo;
  • registro de tráfego antes e depois da otimização: defina um período mínimo para verificar como a otimização de conteúdo performou;
  • Redirect 301 para novas URLs: não é adequado mudar a URL do conteúdo, mas se isso for necessário, prefira fazer um Redirect 301.

3. Faça um estudo da palavra-chave principal

Se a sua URL já tem um vasto histórico, é possível que alguns dos seus conteúdos não tenham nem mesmo palavra-chave definida. Aproveite para identificar, com a ajuda do Search Console, os termos que estão levando acesso àquelas páginas.

Em seguida, use o Ubbersuggest ou o SEMrush para avaliar o volume de busca de cada uma delas. Este último também tem a extensão SEO Writing Assistant, que fornece diversas recomendações para a otimização de conteúdo. Olha só!

Por último, uma dica simples e eficiente: abra uma janela anônima e jogue a palavra-chave no Google para avaliar as perguntas e pesquisas relacionadas.

4. Garanta que a palavra-chave está bem distribuída

Uma vez definida a palavra-chave principal, faça o possível para que ela esteja em destaque nas principais áreas do conteúdo, tais como:

  • Título SEO (Google): à esquerda, com no máximo de 65 caracteres;
  • Título interno (página): não há limite de caracteres;
  • URL/slug da página: se precisar alterar, lembre-se do Redirect 301;
  • Meta Description: máximo de 150 caracteres;
  • Primeiro parágrafo;
  • Pelo menos um subtítulo;
  • Corpo do texto (densidade): de 0,5 a 0,8% do texto;
  • Semântica: conforme os termos sugeridos pelo SEMrush;
  • Imagens (sempre em .jpg):
      • Título;
      • Nome do arquivo;
      • Texto alternativo.

5. Desenvolva a estrutura de títulos do conteúdo

A estrutura de títulos é essencial tanto para a leitura dos algoritmos do Google — que conseguem indexar mais facilmente o conteúdo — quanto do próprio leitor — que consegue compreender melhor a proposta do artigo.

Se o blogpost ainda não é dividido ou mesmo que já tenha títulos e subtítulos, avalie se a lógica faz sentido e se a hierarquia (H1, H2, H3…) está adequada. Acrescentar subtítulos com novas informações também é uma boa prática.

De forma geral, a estrutura deve seguir este modelo:

  • Introdução;
  • Títulos;
  • Subtítulos;
  • Conclusão;
  • CTA.

6. Use formatação voltada à otimização de conteúdo

O digital oferece infinitas possibilidades de trabalhar a otimização de conteúdo para torná-lo o mais interativo possível. Por isso, evite deixá-lo estático para diminuir sua taxa de rejeição. Afinal, leitor precisa ser estimulado a interagir com ele. Você pode:

  • destacar pontos-chave em negrito;
  • usar até 20 palavras em 75% das frases;
  • usar termos de transição em até 30% do texto;
  • escrever parágrafos curtos, com no máximo 50 palavras;
  • incluir gráficos, imagens e vídeos, quando possível.

7. Trabalhe o link building interno e externo

Convenhamos: ninguém domina todo o conhecimento ao redor de um assunto.

Se você precisar citar algo sobre o qual não tenha domínio, é interessante fazer link externo para um site confiável. O mesmo acontece com os dados que enriquecem o texto: procure sempre incluir o link da pesquisa original para aumentar a confiança da informação.

Além disso, não é necessário padronizar seus textos-âncora. Quando quiser falar sobre infoprodutos, por exemplo, você pode linkar para “produto digital”. Junto aos links internos, essas práticas também são muito bem vistas pelo Google.

8. Defina e atualize os CTAs dos seus conteúdos

Grande parte dos links quebrados costumam vir dos CTAs, que podem estar desatualizados. Para evitar esse risco, defina os seus principais calls-to-action de acordo com as etapas do seu funil de marketing. Veja no esquema alguns exemplos:

Topo de funil Meio de funil Fundo de funil
Comentário/compartilhamento Assinatura da newsletter Página de produto/serviço
Link para outro conteúdo Sugestão de material rico Contato com especialista

Conforme o processo vai ganhando forma, estas práticas de otimização de conteúdo devem passar a fazer parte da sua rotina na mesma medida em que criar conteúdo. Assim, você mostra ao Google que sua estratégia de conteúdo está sempre se reinventando.

Aproveite para assistir ao webinar do Clint Hub e da WebPeak para aprender sobre os fatores de ranqueamento do Google e aplicar no seu projeto de marketing de conteúdo!

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